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11º Movimento “Patologia Cultural” será no dia 25/02: Poetas Armando de Menezes e Yedo Simões serão homenageados

A 11ª Edição ocorrerá no dia 25 de fevereiro, sexta-feira, e acontecerá lá na Praça Elza Simões e Oliveira, respeitando os critérios de prevenção da pandemia, e  será aberto ao público em geral, desde que observadas a regras de segurança da saúde: máscaras, álcool em gel e distanciamento social.

Manaus – No dia 25/02, a Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e a Associação Brasileira de Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA)  realizarão a 11ª Edição do Movimento “Patologia Cultural”, que é o maior e mais delineado sarau já ocorrido na Amazônia. Com Coordenação-Geral da pedagoga Synthia Queiroz, o evento acontecerá lá na Praça Elza Simões de Oliveira, respeitando os critérios de pandemia, e o contará com número limitado de autores participantes (apenas 20, previamente inscritos), mas será aberto ao público em geral, desde que observadas a regras de segurança de saúde (uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento). O Movimento “Patologia Cultural” está para completar 01 ano (em março), e nasceu partir dos efeitos isoladores da pandemia e do afastamento humano, da vedação dos saraus públicos, e da saudade acentuada que ‘adoeceu’ a todos. Por isso, a designação “Patologia”. Nessa 11ª Edição, os homenageados serão os poetas Armando de Menezes (Patrono do MPC) e Yedo Simões.

A iniciativa pretende, além de dar notabilidade à Cultura, homenagear o Projeto “Chá do Armando” e a memória do seu criador, o escritor Armando de Menezes. | Foto: Synthia Queiroz/PVA.

O vocábulo “Patologia” serve para, analogicamente, dar um sentido de ‘doença’ (saudade, solidão, vontade da liberdade, vícios culturais, ‘loucura’ pela poesia, pela literatura e pela arte como um todo). A figura do patinho lindo e colorido (que ilustra o logotipo do Movimento) é apenas uma maneira icônica de empregar à semiótica da marca a alegria visual de viver de cultura, e para dar sentido à partícula inicial do termo. A iniciativa pretende, além de dar notabilidade à Cultura, homenagear o Projeto “Chá do Armando” e a memória do seu criador, o escritor Armando Menezes.

A Bandeira Oficial, que além de trazer a própria marca do Movimento, tem como ‘pano de fundo’ uma ‘cruz socorrista’, que objetiva remeter ao entendimento de ‘salvação’ dos grandes saraus e dos encontros declamatórios ‘almáticos’. | Imagem/PVA.

A Bandeira Oficial, que além de trazer a própria marca do Movimento, tem como ‘pano de fundo’ uma ‘cruz socorrista’, que objetiva remeter ao entendimento de ‘salvação’ dos grandes saraus e dos encontros declamatórios ‘almáticos’. | Imagem/PVA.A Bandeira Oficial, que além de trazer a própria marca do Movimento, tem como ‘pano de fundo’ uma ‘cruz socorrista’, que objetiva remeter ao entendimento de ‘salvação’ dos grandes saraus e dos encontros declamatórios ‘almáticos’. A cor laranja representa o fervor aurífero que está no preciosismo da Cultura Amazônica. O verde, que simplesmente é a Amazônia propriamente dita, retrata também a esperança de futuro cultural mais fortalecido.

Praça Elza Simões de Oliveira (entre as ruas Jonathas Pedrosa e Emílio Moreira e avenida Sete de Setembro, Centro). | Foto: Divulgação MPC/PVA.

O 11º Movimento Patologia Cultural será transmitido ao vivo pela Rádio Cultural da Amazônia e pelo Portal Voz Amazônica. Aos que desejarem participar como espectadores do evento, a Coordenação Geral informa que a entrada é gratuita. Haverá música ao vivo, apresentações diversificadas e exposição de artes. Mais informações pelos Whatsapps: (92) 99428-9908 e 98200-9908.

O que é? “11º Movimento Patologia Cultural”

Quando? Sexta-feira, dia 25/02

Que horas? A partir das 18h00

Onde: Praça Elza Simões de Oliveira (Centro).

 

Da Redação: Paulo Queiroz

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