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A DEMORA PARA TRATAMENTO DA COVID-19, MAIOR O RISCO PARA A ECONOMIA

A evolução do novo coronavírus, é completamente normal, mas, em cima disso, quanto mais tempo a pandemia durar, com um número elevado de casos e uma alta concentração do vírus em circulação, maiores são as hipóteses de haver uma mutação que seja ainda mais perigosa.

Ora, os surtos de coronavírus (Covid-19) aumentaram a um ritmo alarmante, trazendo grandes consequências devastadoras para o país e o mundo, principalmente no nosso Estado, que estava despreparado para combater a segunda onda, que foi tão divulgada nas mídias nesse sentido, provocando isolamento ao nível de lockdown e, consequentemente, o impacto econômico, bastante visível no dia-a-dia dos amazonenses, e os mais afetados pelo surto são os profissionais autônomos. Também podemos observar o aumento da corrução em todos os estados brasileiros.

Diante desses cenários, cabe ressaltar que não sou contra o isolamento. A melhor maneira de entender esse posicionamento seria por meio dos nossos governantes, que deveriam elaborar com mais responsabilidade os decretos e intensificar as medidas de higiene, já conhecidas, para retardar a propagação viral da Covid-19… E que um dia possamos todos ser vacinados.

Sendo assim, os governos poderiam oferecer garantias de crédito temporárias e direcionadas para suprir as necessidades de liquidez de curto prazo dos trabalhadores autônomos e empresas afetadas. Não é exagero afirmar que esse tema estimularia a economia local e levantaria a demanda agregada, mas, muito provavelmente, seria mais eficaz quando as operações das empresas e dos serviços informais começassem a se normalizar.

Por fim, podemos chegar à conclusão de que essas ações ajudariam o estado com capacidade limitada na área da saúde, a evitar um desastre humanitário. Logo, é indiscutível que o financiamento de emergência com desembolsos rápidos, poderia alcançar os trabalhadores autônomos e das empresas de todos os portes. Nesse sentido, é possível que os governos municipal, estadual e federal, (é um dever) estudem a possibilidade de custeá-las para que os trabalhadores mais vulneráveis fiquem em casa sem medo de perder a sua dignidade durante a epidemia.

Da Redação: Cassius Clei Aguiar para o Portal Voz Amazônica e para a Rádio Cultural da Amazônia

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