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O passado não está tão longe, e custa caro: os discos de vinil estão de volta

O vinil, também chamado de “bolachão”, realmente parece que voltou a fazer parte da vida de muitas pessoas que veem nele a mágica perdida no modo de se ouvir música, pois ele é, definitivamente, uma prova de que a música está acima de qualquer coisa. Apesar dos novos formatos existentes, ainda existe imensa gama de gente que realmente adora música e quer o álbum de seu artista favorito sendo ouvido com aquele nostálgico “estalinho” da agulha no vinil meio arranhado.

Para se ter ideia do valor dessa retomada de um passado gostoso, há aparelhos de toca discos que chegam custar mais de 3 mil reais. Muitos deles, além do toca discos (Phono) têm acoplados até mesmo CD, USB, Rádio, Bluetooth, etc.

É isso aí, a volta do “bolachão”, assim, parece estar ligada às preferências mais nostálgicas dos consumidores. A ideia do retrô, do saudosismo, a felicidade ao tocar e ver uma capa de álbum, mudar o disco de um lado para o outro, ter percepções musicais diferentes, dedicar o tempo para ouvir música e escutar com mais atenção, são coisas diferentes que podem ser proporcionadas por um disco de vinil, uma vitrola e suas caixas de som. E como sempre, as empresas de mídia estão atentas à demanda de seus consumidores.

O bom de tudo, apesar do preço meio salgado que cobram pelos aparelhos, é que muitos LP’s são bem fáceis de achar e muito baratos. Aí na foto vemos um Raveo Concert One lindo e completo, com todas as funções automatizadas e caixas de som de alta fidelidade. É… o passado não está tão longe assim de nós.

Fonte: Nossa Gente

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